Álvaro Dias
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Álvaro Fernandes Dias (Quatá-SP, 7 de dezembro de 1944), é senador reeleito pelo estado do Paraná, sob o número 456. Também exerce o cargo de vice-presidente nacional do PSDB. É irmão do também senador Osmar Dias, sendo um caso inédito de irmãos exercendo os cargos de senadores da República.
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[editar] Formação Acadêmica e Profissional
- Licenciado em História pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Estadual de Londrina (UEL);
- Presidente do Diretório Acadêmico Rocha Pombo (UEL);
- Professor de História no ensino fundamental e médio.
[editar] Cargos exercidos
- Vereador de Londrina eleito em 1968 pelo MDB. Torna-se vice-presidente e líder do MDB na Câmara Municipal;
- Deputado Estadual eleito em 1971 pelo MDB; também torna-se líder da bancada do partido no estado;
- Deputado Federal em duas legislaturas (1975-1983), sendo em 1978 o mais votado do Paraná.
- Eleito senador em 1982, foi vice-líder do PMDB, Presidente da Comissão de Agricultura e Política Rural e Vice-Presidente da Comissão de Economia na Câmara dos Deputados;
- Eleito governador do estado do Paraná em 1986 pelo PMDB, por 68% dos votos (a maior votação majoritária da historia do Paraná). Em 1994, passa o governo a Mário Pereira para candidatar-se à reeleição;
- Designado Presidente da TELEPAR em 1997;
- Eleito senador em 1998 pelo PSDB com 2.532.010 dos votos válidos (65,13%). Em 2001, por haver assinado o requerimento para a instalação da CPI da Corrupção, que investigaria o governo federal, de cuja bancada pertencia, chega a ser ameaçado de expulsão do partido, e migra para o PDT. Em 2003 retorna para o PSDB;
- Terceiro Suplente de Secretário da Mesa Diretora do Senado Federal;
- Líder da Liderança Parlamentar da Minoria (PFL/PSDB) no Senado Federal;
- Presidente da CPI do Futebol, Presidente da CPMI da Terra e Vice-Líder do PSDB;
- Reeleito senador com 2.572.481 votos válidos (50,51%).
[editar] Eleições não vencidas
- Em 1994 perdeu a eleição a governador para Jaime Lerner;
- Em 2002 perdeu a eleição a governador para Roberto Requião.
[editar] Algumas proposições defendidas
- Plano de carreira dos servidores da administração pública;
- Restrições à divulgação de pesquisas eleitorais;
- Adoção do voto facultativo;
- Participação do estrangeiro domiciliado no Brasil em eleições municipais;
- Homologação de sentença estrangeira relativa a separação judicial e divórcio;
- Benefício da redução de pena aos condenados presos que colaborarem com qualquer investigação policial ou processo criminal;
- Estabelecer normas que visam a proteger a vítima e a testemunha de delito;
- Excluir os espetáculos circenses da incidência do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza;
- Criação da Universidade Federal do Iguaçu, com sede na cidade de Foz de Iguaçu, Estado do Paraná;
- Para determinar a inelegibilidade, nas eleições subseqüentes, do ocupante de cargo público que a ele renuncie;
- Flexibilizar, facultativamente, o horário de transmissão do programa Voz do Brasil;
- Criação do Fundo de Recuperação Econômica de Foz do Iguaçu (Funref);
- Dar prioridade de tramitação às causas judiciais em que seja parte pessoa portadora de deficiência;
- Instituição títulos da dívida e fundos de agronegócios para captação externa de recursos;
- Obrigatoriedade de aplicação de, no mínimo, 22% dos recursos do sistema BNDES para financiamento de projetos do setor de agroindústria;
- Concessão de desconto para professores na compra do livro didático;
- Divulgação em Diário Oficial do relatório do registrador de dados de vôo (caixa-preta) de avião acidentado;
- Voto aberto nas plenárias do senado.
[editar] Gastos da última campanha eleitoral
Campanha de 2006 (última prestação de contas em setembro/2006)
- Receitas: R$ 447.532,16
- Despesas: R$ 278.453,98
[editar] Suplentes
[editar] Questões envolvidas
[editar] Influências políticas/Conflito de interesses
- Estado do Paraná;
- Município de Foz do Iguaçu.
- Município de Londrina.
- PSDB
